quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reflexões profundas, pense um pouco mais.

Em algum momento da vida você vai sentir que precisa de respostas. E isso virá naturalmente.
As respostas vão chegar a você de diversas maneiras.
No auto-conhecimento, muitas delas virão com o estudo continuo de diversos "mestres" e teorias diversas. Da psicologia até a espiritualidade.
Você vai passar muito tempo percorrendo esse caminho de infinitas leituras e de expansão da sua consciência. O que é muito importante caso queira se melhorar de verdade.
Mas vão existir momentos, também, que essas teorias todas não irão lhe servir de nada. Porque? Porque existem momentos que o aprendizado será sentindo. Sentindo emoções, chorando, rindo, desfrutando da sua personalidade no melhor ou no pior que ela possa ser. Sem muito "raciocínio" e sem grandes entendimentos.
Vão existir momentos em que você irá precisar sentir diversas coisas para poder galgar um degrau. E isso só será feito assim.
Posso dizer que isso será um passo de amadurecimento. Onde você estará pronto para desfrutar um pedaço novo de você mesmo! Um ser que apenas sente e é apenas energia.
Eu acho esse ponto específico, um dos mais importantes para o ser. É onde ele pode se sentir sem que a cabeça tente entender o que se passa, sem que nada teorize ou faça cálculos.
É apenas uma sensação pura e simples.
(Não tão simples, porque você pode notar que poucos momentos são assim, sem que a sua cabeça tente entender e verbalizar tudo).
Para algumas pessoas, principalmente no auto conhecimento, acham que "crescem" em conhecimento apenas lendo. E isso é uma mentira muito grande.
Existe um tempo interno para que as coisas façam sentido e aquilo se cristalize dentro da pessoa. Antes disso, as teorias e os estudos são apenas distrações.
Elas só farão parte do que você é quando conseguir deixa-la fazer parte da sua vida, que consiga coloca-la em prática e consiga senti-la como se você mesmo tivesse chegado aquela conclusão.
Parece algo fácil, mas é algo que exige muita paciência, dedicação, sabedoria e calma.

Na maioria das vezes, por causa dessa nossa pressa, de colocar os pés pelas mãos, tiramos conclusões ou vendemos estas ideias como se fossem nossas. Gurdjieff já dizia que temos algo muito engraçado, que é essa capacidade de escutarmos sobre algo, apenas, e já irmos vendendo a ideia como se tivessemos refletido muito tempo para saber se aquilo faz sentido para nós.
Pura verdade.
Nos apegamos a ideias e conceitos, saímos por aí dando "ensinamentos" sem ao menos ter refletido sobre aquilo e acabamos caindo nas negatividades que tanto queremos nos livrar (aquelas do tipo arrogância, orgulho, vaidade, etc).
Podem notar que isso acontece milhões de vezes por dia, com você e com os outros também.
As pessoas são completamente mecanizadas, fazem aquilo que o impulso manda. Aquilo que a mente quer que ela faça. Não existe nenhum ímpeto de se fazer diferente! (porque a pessoa acha que já está fazendo diferente, quando na verdade ela apenas está fazendo a MESMA coisa de sempre).
Uma boa situação para exemplificar é: Estava eu no posto de saúde público esperando ser atendida pela dentista. Nisso estava vendo a fila que se formava para passar pela recepcionista e uma moça entra batendo os pés e quando chega sua vez a moça lhe avisa que o médico está de licença. O que ela faz? Sem pensar duas vezes começa a xingar todo mundo, a reclamar, a discutir que deveriam fechar o posto já que estão sem médico, começa a falar com as outras pessoas pedindo aprovação, etc.
Lógico que ela tem razão. Mas uma meia razão, porque o médico está de licença porque está doente. E não porque ele quer. E a culpa não é da menina da recepção que está apenas fazendo o que sua vaga exige e sim de uma politica publica que não está nem ai com a saúde e nem ao menos para pra querer saber se tem médico ou não.
Pensem, não existiu nessa situação uma arrogância? Uma prepotência? (mesmo ela estando certa, existe o exagero. O exagero pode ser entendido como a negatividade!)
É muito claro que agente não consegue ter essa reflexão quando as coisas na vida acontecem.
A mudança começa quando se PRESTA ATENÇÃO. Atenção nos seus atos, nos seus desejos, nos seus impulsos, nas suas tendências. Até que elas serão substituídas por outros atos, entendimento de desejos, entendimento dos impulsos e tendencias. E no final, vai haver a mudança linda e plena.
Parece fácil, sei que não é. E falo porque eu faço isso, e sei que não é nadinha fácil. Mas existe dentro de mim algo que se chama: VONTADE. E eu não quero mais ser escrava das negatividades. Então faço o que for preciso alcançar isso!

Caso queiram, estarei disposta a ajudar você nesta caminhada.
Aprenderemos mais e mais juntos!
Muito obrigada!


sábado, 28 de janeiro de 2012

Curso de graduação


Preciso de 5 anos de formação em algo para começar a ser apta a ajudar as pessoas em seus problemas e dificuldades emocionais. 5 anos para começar a entrar nesse universo. 5 anos sendo instigada de que necessito aprender mais e buscar mais formas para ser inteira (ser inteira para alguém que precisa, pelo menos naquele momento).
Isso é apenas o começo. E o começo de algo muito grande e muito lindo. Só depois de galgar este degrau vou me sentir menos imatura (porque a maturidade vai vir com mais anos) para poder falar a respeito ou para poder começar a montar uma parte de mim que segue este caminho.
Hoje sou apenas uma aprendiz!


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Ela não quer quase nada. É bem pouco o que quer. É humilde.
Quer o quente da sua pele encostada nela.
O seu beijo de respiração ofegante que a faz ir para lugares que ela não conhece.
Os dedos entrelaçados em sua mão de um jeito que parece nunca se desgrudar.
Todo aquele seu cheiro que toma conta e parece ser dela também.
Toda paixão ardente como se nunca fosse ter fim.
Eu só quero o meu amor se encontrando com o seu.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Faz tanto tempo, mas parece que não te conheço.
A eternidade me escapou pelas mãos e mal pude saber por onde.
Fiquei sob ruínas e sob a tristeza que me resta.
Tudo poderia ser diferente se estivesse por perto?
O que será de mim sem aquilo de você que me pertence?
O fim pode ressurgir das cinzas e virar presente?
A algo que não entendo e não sei bem o que.
Faça de mim parte de você.
(Tenho necessidade disso).
Me leve para dentro da sua casa, para dentro de você, para tudo o que faz parte do seu coração.
Não sinto que isso acontece.
Pare então de sofrer e acorde. Pense em você.
As vezes esperamos de mais do mundo, mas quem irá resolver é você.
Pouco sabe de si e deve procurar.
Eu posso te ajudar a encontrar.
Onde estarei agora?
Já que de olhos fechados fui deixada em um lugar que não conheço.
Pequena me senti e agora não sei mais.
Nenhuma palavra minha você irá ouvir, não é mesmo?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Com todo o amor.


Você é aquele que entrego meu coração sem medo.
É aquele que me abraça e faz o tempo parar magicamente.
Aquele que quando eu acordo faz o meu primeiro sorriso do dia aparecer.
O dono dos meus melhores sonhos e aquele que realiza comigo cada um deles.
O que faz meus dias nublados terem raios escondidos de sol.
O amor que eu sempre quis personificado em uma pessoa.
É o que me dá forças e me entretém quando o pensamento gruda em coisas ruins.
O que faz os meus dias felizes e aquele que eu quero passar uma eternidade ao lado.
(uma vida só não parece ser suficiente).
Te amo.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Agora vou ficar mais amarradinha em você do que nunca.
Eu te amo!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011



Eu estava aqui pensando, refletindo, imaginando como é um casamento.
A sensação de estar noiva, além de eu me sentir importante e escolhida, é pensar que o casamento vai ser o ínicio de algo muito sério.
Sério porque eu vou deliberadamente aceitar estar com alguém pro resto da vida! E isso dá um medo... Mas ao mesmo tempo dá uma ansiedade, um frio na barriga, uma vontade tão grande.

Eu nunca sonhei em um casamento de contos de fadas. Apenas queria achar um principe. (modesta não?). Mas eu sabia que para acha-lo eu teria que ir procurar, e não ficar esperando como a maioria das mulheres faz. (Espera lá naquela torre mais alta do castelo).
Eu realmente fui atrás de alguém que fosse pra mim, que gostasse de mim de verdade, que me AMASSE e me respeitasse. E eu procurava alguém que eu pudesse gostar de verdade, que amasse e que eu pudesse respeitar. E realmente eu achei!

As vezes os traumas do meu passado passam por mim e me deixam com dúvida, com medo de fazer escolhas erradas. Mas se estivesse errado eu não estaria tão empolgada em juntar mais ainda meus trapinhos com ele, não é mesmo?

Hoje fiz uma pesquisa enorme sobre bolos, flores, decorações... E que felicidade tomou conta de mim. Poder comemorar o meu dia e dele. E porque realmente eu sinto que nós merecemos!

Ai ai... =)
Ainda não temos a data, mas é o que queremos!

Te amo!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Eu tenho desejos infantis. E tenho mesmo.
Mas todos eles tem um toque de maturidade.
Eu tenho melindres. Mil deles.
Mas eles me dão uma sensação de particularidade. (De ser eu mesma).
Eu tenho defeitos. E muitos.
Se eu tivesse o dom de ser perfeita, provavelmente não estaria encarnada. Não mesmo!
Eu tenho vontades. E algumas bem sérias.
E eu pretendo batalhar para realiza-las.
Eu tenho um passado que me marcou profundamente. E sofro por isso.
Mas provavelmente um dia vou olhar para ele e agradecer. Só agradecer.
Eu tenho amores. E são bem poucos.
Pretendo cuidar deles como se só fossem meus. Eles merecem.
Eu tenho sonhos.
E adoro dormir para ter cada vez mais.
Eu gosto de cachorros. E muuuito.
E acho bem engraçado ser julgada por isso. Apenas sinto que meu coração não tem espaço. Sempre cabe mais um!
Eu gosto de mim. Mas não é sempre.
As vezes me acho mais gorda do que o normal, mais mal humorada, mais feia. Quem não se sente assim?
Eu gosto muito de fazer coisas.
Porque tenho aprendido a dar espaço para o meu lado geminiano que sempre precisa estar fazendo alguma coisa.
Eu tenho sentimentos ruins por pessoas que me fizeram mal. E eu assumo isso.
Eu acho que sou mais exigente e também defendo muito bem o que eu tenho.

Eu sou simples. Mas as vezes não.
E pretendo continuar assim.
Gosto do meu jeito ;)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Parece que tudo que era, já não é mais.
Tudo que se foi não volta mais.
Toda saudade, existe ainda mais.
E todo amor?
Parece que apenas soltou-se ao vento.
Tudo igual e diferente.
Serei ainda indiferente?
Para que preocupar-me se o tempo já não fala mais comigo...
Porque buscar explicações que amanhã, simplesmente mudarão.
Mais.
Um pouco mais.
A necessidade sou eu.
De pedir de alma que a minha alma esteja aqui.
Recorrer a outras forças, talvez as minhas mesmas que estejam guardadas.
E entender o que é meu e o que não é.
Que o que era talvez seja ainda, ou não.
E que existem coisas que se foram e que outras ainda vão vir.
Que amores vem e vão, mas que o amor por mim mesma permanecerá sempre mais.
Sou indiferente a mim mesma no mesmo tanto que vejo que não me conheço.
Serei uma igual a mim quando me sentir merecedora de tudo o que eu tenho.
Não vim parar aqui por acaso.
(Parece ser por acaso).
Parece que as palavras me faltam e os sentidos já não me falam como antes.
Sou de poucas palavras mas de grandes sentimentos.
De grandes confusões e pouca firmeza.
Sigo ao meu passo ao encontro de mim...

domingo, 11 de setembro de 2011

Encontro pela falta.

Eu só sinto a sua falta.
Do seu toque macio que desce pelas minhas costas.
Da  forma como faz tudo ficar maravilhoso e interminavel.
Do seu olhar penetrante que me vê quase nua.
Do teu encaixe.
De como não desiste de mim.

Eu só sinto a minha falta.
De te tocar como se não existisse o amanhã.
De passar a noite em claro só para poder te ver dormir.
De não ter vergonha caso estivesse sendo muito carente ou melada.
De saber o que fazer, como tocar, como beijar, como "insistir você" e sempre conseguir.
Ser apenas espontaneidade e entrega. 
Bem ali, bem aqui, nas suas mãos.

Eu sei que sente falta, porque a sinto também.
Mas sabemos onde buscar tudo aquilo que queremos, como sempre foi.
A vontade de estarmos juntos sempre foi a mais latente de todas.
(meu coração permanece o mesmo).

Nós sabemos onde nos encontrar...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Relação entre o falar e o ouvir.

Minha futura profissão, o meu atual trabalho de auto-conhecimento e a minha filosofia do Judô me colocam sempre no meio deste assunto.
Mas o que mais me prende nele, é como se dá a relação entre o falar e o ouvir para a maioria das pessoas.
Experimento todos os dias, em minhas aulas, a posição de ser ouvinte. De deixar que as mensagens passadas pelos professores entrem em mim e possam um dia virar um conhecimento lúcido e aplicável. E é uma dificuldade bem grande. Esta posição requer atenção, boa vontade, energia e necessidade de ouvir tudo aquilo (no meu caso a necessidade de me formar e ser uma boa profissional no futuro).

No grupo de auto-conhecimento do qual faço parte fico entre as duas posições. De ouvir e de falar. E na parte do falar sempre uso minha atenção. Atenção para falar coisas no momento certo, coisas que realmente a pessoa precisa ouvir (tendo sensibilidade de falar ou não e em qual momento fazer isso), de não ficar envaidecida achando que sei mais que o outro por conta da posição que eu ocupo e a atenção de ficar realmente me importando com o bem estar da pessoa que irá ouvir, mesmo que o que eu for falar seja desagradável para mim ou para a pessoa.

No Judô existe uma conduta, da qual eu acho realmente enriquecedora, que é a relação Senpai X Kohai.
O Senpai é aquele praticante que tem uma graduação maior e consequentemente uma experiência maior. O Kohai é o praticante que tem uma graduação menor. Dentro do ambiente do Judô quem tem a maior voz é o Senpai, e ele também é responsável por toda mensagem, ensinamento, auxilio que deve ser dado aos Kohais, como forma de transmissão do ensinamento, conduta, filosofia e auxilio técnico.
Mas como em toda relação humana, existe muito egocentrismo e confusão de autoridade dentro das pessoas. E isso acontece o tempo todo. Peço que reparem nisso.

Como em qualquer lugar, o Judô não está salvo ou protegido dessas imperfeições das pessoas, ou o desvio de personalidade. E isso tem representado pra mim um pouco de falta de cuidado das pessoas.
Não é porque sou mais experiente que sei de exatamente tudo. A partir do momento que tenho clareza disso, devo procurar não falar sobre aquilo que eu não sei.

E como estudante de psicologia consigo ver e entender como o jeito de falar pode mudar muito a qualidade de transmissão da minha mensagem.
Se eu quero que aquilo traga um efeito bom, preciso tomar cuidado com o tom e a hora que vou falar. Se eu quero uma confusão, posso falar de qualquer jeito.

Notem que eu não quero que as pessoas percam sua esponteneidade ao falar. Não é bem esse ponto. Quero apenas dizer que mesmo na espontaneidade, as vezes, as coisas não saem como deveriam. Existem desvios (como arrogância, vaidade, etc), dentro da espontaneidade da pessoa. e as relações acabam ficando mais difusas e menos verdadeiras. Esse é o enfoque que quero trazer aqui e peço que exista uma reflexão sobre o assunto.

Eu particularmente, não consigo ouvir uma pessoa que fala soltando esses mil desvios em cima de mim. Parece que aquela coisa perde totalmente o valor e que minha atenção deveria ser colocada em algo que realmente seja verdadeiro e não para corresponder ao ego da pessoa.

Minha profissão vive em cima desta relação e vejo que ela permeia qualquer relação entre as pessoas. Então, deveriamos tomar cuidado e dar atenção para as coisas que realmente importam, porque se não as coisas ficam mais dificeis do que já são! :)